Claudio Longo
Rateria agita evento no Clube Paineiras
Nada como uma boa bateria para animar a torcida. Quem já foi ao JUCA, Jurídicos, Engenharíadas, Economíadas, InterUSP ou qualquer outro evento universitário sabe do que estamos falando.
É muito divertido entoar os gritos da sua faculdade, mas o ginásio realmente explode quando a bateria está lá para ditar o ritmo, dar o breque, ensurdecer a galera rival e etc. Isso sem contar que é cada vez mais comum as baterias das universidades animarem suas festas.
O som feito pelas baterias é tão bom que até já foi organizada a BALATUCADA no ano passado, na qual disputaram baterias de nove faculdades diferentes.
Mas não é só de eventos universitários que vive a rotina dessas baterias. Algumas delas já sacaram que a receptividade do seu som é tão boa que é possível faturar uma grana com eventos dos mais variados tipos.
A Rateria, da galera da Poli-USP, é uma das mais conceituadas baterias do ramo. Além de todos os instrumentos normais de batuque, eles levam uma verdadeira banda aos eventos, com direito a cavaquinho, guitarra, saxofone e tudo mais.
Com toda essa versatilidade, eles costumam participar de formaturas e casamentos. No último sábado, por exemplo, a Rateria foi contratada para animar a tradicional Feijoada da Folia do Clube Paineiras do Morumby. Com muita competência, os estudantes foram ovacionados pelo público, que está longe de ser de universitários.
Bloco da Metô
E a teia das baterias universitárias não para por aí. Neste fim de semana, por exemplo, a galera da bateria Makossa, da Comunicação da Metodista, participou do Pholia, evento tradicional que é considerado o Pré-Carnaval oficial da capital paulista.
A galera da Atlética da Metô fez bonito e estreou seu bloco lá na praça da luz. Os caranguejos de laranja aproveitaram para, entre muitas músicas, fazer uma homenagem a Chico Science, que é o responsável pelo nome da bateria.
Claudio Longo
Concentração da Makossa antes do Trote da Metô